Por Mariana Guidetti Rosa e Carlos Alexandre Molina Noccioli

Expressão composta pelo verbo “achatar”, no infinitivo, forma nominal tipicamente empregada para exprimir um objetivo, associada ao substantivo “curva”, que alude à linha demonstrativa de um gráfico para a evolução de dado fenômeno. O termo aparece também empregado com o substantivo “achatamento”, em “achatamento da curva”.

O gráfico de achatar a curva tornou-se comum em diversas mídias, como estímulo a favor do distanciamento social para se evitar o crescimento acelerado do contágio pelo novo coronavírus. Esse tipo de representação gráfica compõe, com outras estratégias de divulgação de informação, justamente pelo seu caráter visual, um eficiente recurso para ilustrar a eficácia da medida de precaução. Exemplos de diversos usos da expressão: (1) “Achatar a curva de disseminação da doença”[1]; (2) “Achatar a curva da epidemia”[2]; (3) “Achatar a curva de contágio”[3]; (4) “Achatar a curva epidemiológica”[4]; (5) “Achatar a curva de infecções”[5]; ou, ainda, (6) “Achatamento da curva de casos da COVID-19”[6]; (7) “Achatamento da curva é fundamental para não sobrecarregar os hospitais e suas unidades de terapia intensiva”[7]; (8) “Achatamento da curva da doença”[8]; (9) “Achatamento da curva de contaminação”[9]. Expressões relacionadas ao termo: “curva de crescimento do número de casos[10]”; “curva de crescimento achatada[11]”;“curva da COVID-19[12]”; “curva epidêmica[13]”; “curva da doença[14]”; “curva de disseminação do vírus[15]”; “curva de contágio[16]”; “curva de casos[17]”; “curva exponencial da pandemia[18]”; curvas de contaminados e mortos pela doença[19]”. Todas essas expressões estão fundamentadas num diagrama representado por um gráfico de linha, utilizado no campo da epidemiologia para tornar visual a evolução do surto de uma dada doença.

Tanto o diagrama formado por uma curva que representa a progressão de um surto quanto o achatamento dessa curva relacionado ao gráfico são conceitos já utilizados no contexto epidemiológico antes da pandemia da COVID-19. Porém, o termo achatar a curva ganhou destaque na gestão desta última crise pelo mundo todo. A rapidez da transmissão atribuída ao novo vírus e, consequentemente, a necessidade de tornar acessível um conceito da epidemiologia ao público geral levaram à frequente utilização do desenho de curvas sob efeito de um achatamento relacionado à transmissão do SARS-CoV-2.

Por ser uma representação gráfica relativamente simples, com um estreitamento próximo ao eixo horizontal, que se torna mais distante, alongando-se verticalmente conforme avança a disseminação da doença, o diagrama ilustra, de modo mais perceptível, um cenário virtual de contenção da crise por meio do achatamento, caso o espalhamento do vírus ocorra de forma mais lenta e gradual.

A utilização dessa imagem, portanto, aparece relacionada à expressão gráfica da evolução do contágio do novo coronavírus, expondo seu comportamento ao longo do tempo. Nesse sentido, tendo em conta a aceleração da proliferação do vírus, o gráfico é utilizado como argumento visual em torno do achatamento da “curva epidêmica”, como incentivo para que se reprima o volumoso número de casos simultâneos e, assim sendo, não se sobrecarregue o sistema de saúde. De outra forma, caso a medida não seja seguida, o conjunto de instituições prestadoras de serviços de saúde poderiam se tornar inviáveis não só para atender a demanda da COVID-19 como também para outros tratamentos realizados pelo sistema de saúde.

Fornecer dados epidemiológicos e estatísticos à população requer da mídia, ou de qualquer meio de divulgação, a adaptação de informações para que se tornem mais claras, mais acessíveis. Por isso, na comunicação de informações de caráter técnico a um público geral e heterogêneo, é necessário empregar algumas estratégias para a divulgação de conceitos complexos. Assim é que o desenho de uma curva, que representa início, pico e fim de uma epidemia, por exemplo, pode ser mais descomplicado para um público diversificado, facilitando a compreensão de que uma medida tão polêmica como o distanciamento social é necessária. O achatar a curva, portanto, é uma demonstração visual do que as pessoas em geral podem fazer no sentido de contribuir para a atenuação da crise sanitária, independentemente do que, por um lado, as políticas de governo empreendidas e, pelo outro, as análises e recomendações da comunidade científica estejam postulando sobre o tema.

Além desse efeito comunicativo, um gráfico de linha pode representar, de certa forma, o controle que aparentamos ter sobre os dados. Os meios de comunicação oferecem números da pandemia sob diferentes formas, ou seja, não só gráficos e curvas, mas também mapas, histogramas e tabelas representam visualmente o que até então pareceria impensável. Quando retratada pelos números, a pandemia apresenta-se como mais verdadeira, mais próxima da realidade das pessoas. Mas, ao mesmo tempo, todo o mal que esses números podem representar, ao serem expressos sob a forma de um gráfico, parece estar sob controle. Uma curva matemática que representa uma narrativa delineada por um começo, um pico e um fim demonstra-se reconfortante, ao contrário de uma crise de consequências não calculadas.

Os gráficos referentes à curva epidemiológica podem ser encontrados em muitas notícias pela mídia, disponíveis em formato de imagens[20] com ou sem animação[21], e representativos dos dados de contágio de diferentes países e cidades de todo o mundo. As séries de dados se distribuem pelos eixos vertical, referentes ao número de casos, e horizontal, referentes ao tempo de chegada do novo vírus. Ainda horizontalmente indicada, uma linha apresenta o limite máximo de números de casos definida pela capacidade do sistema de saúde:

Figura 1: Revista Fapesp[22]

Sob a forma de uma animação, o gráfico que aparece na Figura 1 cumpre ilustrar o que pode ou não decorrer ao longo do tempo, dado o maior ou o menor grau de distanciamento social realizado pela população. A ascensão, estabilização e declínio da curva estão de acordo com os dados dos estágios de transmissão do coronavírus, que inclui as três fases previstas pelos especialistas da área da saúde[23]. A primeira fase se dá quando o vírus é trazido por alguma pessoa que esteve em outro país onde havia casos de pessoas infectadas, mas ainda não há casos locais. A segunda fase se inicia quando uma pessoa que trouxe o vírus o transmite a outras com as quais teve algum contato em seu próprio país. É nessa etapa de transmissão que a curva começa a subir rapidamente. A terceira fase ocorre quando há transmissão comunitária, em que há pessoas contaminadas, mas já não é possível saber a origem da transmissão do vírus.

Em conformidade com as recomendações da Infectologia[24], se houver identificação dos infectados, isolamento social ou imunização de parte da população, a curva tende a se estabilizar e a começar a cair em algum momento. A criação de uma vacina contra o vírus que causa a COVID-19 e a vacinação de toda a população garantiria que essa curva caísse completamente, pois assim não haveria mais riscos de transmissões.

Segundo pesquisadores[25], é necessário ter cautela ao se compararem curvas de diferentes países, pois cada um tem sua política de contenção ou prevenção da COVID-19, o que implica diferenças nos índices de contágio e, consequentemente, nas curvas e nos achatamentos.

O gráfico relativo ao achatamento da curva, além de funcionar como uma estratégia de persuasão sobre a importância do distanciamento social, também é utilizado como um indicador de possível abertura da economia[26]. No intuito de gerir uma população imersa em um colapso no âmbito da saúde pública e em uma crise econômica, esperam-se intervenções hábeis por parte das autoridades, tanto do campo científico, quanto do político. A implementação de políticas, para tanto, deve ser pautada em um conjunto de indicadores que, além de imprimirem confiabilidade, prestam-se a comunicar informações que são mais técnicas com maior facilidade ao público heterogêneo.

Nesse sentido, o desenho da curva pandêmica é um importante elo nas relações sociais estabelecidas entre Estado, cientistas e população. Na busca pela continuidade do desenvolvimento econômico, governantes e pesquisadores, aparelhados por informações estatísticas e dados de pesquisas, manipulam e utilizam esses dados como instrumento de controle sobre a população. Dessa forma, além de manter as pessoas informadas sobre o andamento da pandemia da COVID-19, a curva epidemiológica é utilizada para direcionar possíveis ações que deveriam ser conjugadas entre governo e população. Deveriam ser conjugadas, mas não necessariamente são seguidas pelas pessoas, apesar do poder de autoridade conferido ao Estado.

Assim, a diminuição dos índices de contágio em diferentes países pode significar o fim do distanciamento sociale a volta das atividades não só sociais, mas também econômicas. Esse processo tende a ser realizado por etapas, gradualmente. No Brasil, logo no início da epidemia, divergências político-ideológicas entre o governo federal e governos estaduais resultaram na impossibilidade de um plano unificado de contenção da COVID-19 e de reabertura socioeconômica. Num segundo momento, porém, essas diferenças não se sustentaram e, em geral, o país foi sendo reaberto, ou seja, as atividades econômicas foram retomadas.

O atual presidente do Brasil sistematicamente expressou considerações pessoais e juízos de valores a respeito dos impactos que poderia trazer a COVID-19, minimizando os riscos da doença, enfatizando as perdas econômicas e consequentemente sociais que o país poderia enfrentar por conta das medidas de restrição do convívio social.

A propósito da atribuição de deveres, transferida à sociedade, as pessoas são incentivadas pelo presidente da República a voltar às atividades. Dessa forma, mesmo quando o assunto é a preservação de suas condições básicas de sobrevivência em meio a uma pandemia, a responsabilidade é colocada sobre os ombros da população em geral, não do Estado. A lógica empregada, então, é a de que, sem trabalhar, as pessoas não conseguem, por sua própria conta, se manter vivas.

O povo brasileiro, assim sendo, é estimulado a trabalhar para que a economia brasileira não sofra um colapso. A hashtag #OBrasilNaoPodeParar, em oposição à #FiqueEmCasa, passou a circular em diversos meios midiáticos com a intenção de apoiar as ideias do presidente do Brasil. No atual momento, a política de reabertura das atividades socioeconômicas, totalmente desobrigada pelo presidente e pelo Ministério da Saúde, está nas mãos dos governadores e prefeitos dos municípios, que têm a liberdade para decidir sobre as medidas aplicadas em suas regiões. Esta liberdade outorgada pelo governo federal, demagogicamente, desonera o presidente dos resultados negativos que possam ocorrer, principalmente no que se refere a um declínio econômico do país.

Na prática, o que tem acontecido no Brasil[27] é a volta das atividades econômicas sem o achatamento da curva de contágio[28], ou seja, a retomada das atividades em um estado de novo normal, mas com o número de contaminados em alta. Por isso, o gráfico ambicionado, desenhado a partir de uma linha composta por partes em ascensão, estabilização e declínio, manteve-se, no Brasil, por um longo período[29], em seu primeiro estágio, o de uma linha em constante ascendência[30], até, finalmente, começar a declinar[31] em algumas regiões.

O principal fator para se tencionar a reabertura é o forte impacto econômico, causado, sobretudo, pela própria ausência de políticas mais efetivas por parte dos governos federal e estaduais. Em muitos estados e municípios brasileiros, então, a reabertura[32] desconsiderou a curva de contágio e levou em conta apenas o número de leitos disponíveis nas Unidades de Tratamentos Intensivos (UTI), tanto no Sistema Público de Saúde (SUS) quanto no sistema privado.

De acordo com pesquisadores[33], o Brasil pode também estar vivenciando o problema de subnotificação nos números de mortes por COVID-19 e de contaminados, pois muitas pessoas não foram testadas ou sequer enquadradas como vítimas de síndrome respiratória aguda, que é um dos sintomas possíveis causados pela doença, mas que, da mesma forma, pode ser encontrada em outras enfermidades como a Influenza, por exemplo. O atraso nos resultados dos laboratórios também contribui para essa suposta subnotificação, o que pode indicar que haja, na realidade, um número maior de casos do que os constados em nossa curva epidêmica.

Ainda que haja a utilização de uma curva epidêmica como índice para o gerenciamento da pandemia da COVID-19, o Brasil demorou, factualmente, a achatar a curva. Isso ocorreu porque não houve uma contenção do espalhamento do vírus como o esperado, ou, ainda, porque a curva utilizada no país pode estar sendo alimentada por dados que não correspondam à realidade dos casos. Portanto, apesar de a população brasileira receber diariamente pelos meios midiáticos dados e curvas a respeito dos casos de COVID-19 no país, que poderia produzir uma relação de confiança entre população e os gestores da crise, o desempenho não satisfatório relacionado à ação de achatar a curva acaba por representar a dura realidade em torno da atual crise sanitária enfrentada no Brasil.

 

Notas

[1] REVISTA FAPESP. Disponível em:  <https://revistapesquisa.fapesp.br/desafios-do-isolamento/>.  Acesso em 18 ago. 2020.

[2] R7. Disponível em:<https://noticias.r7.com/economia/coronavirus-dupla-curva-mostra-que-escolher-entre-salvar-vidas-ou-a-economia-e-falso-dilema-11042020>. Acesso em 18 ago. 2020.

[3] REVISTA FAPESP. <https://revistapesquisa.fapesp.br/inteligencia-artificial-contra-a-covid-19/>.  Acesso em 18 ago. 2020

[4] R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/internacional/coronavirus-a-estrategia-de-portugal-para-nao-repetir-os-numeros-tragicos-da-vizinha-espanha-17042020>. Acesso em 18 ago. 2020.

[5] R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/sao-paulo/covid-19-taxa-de-isolamento-social-cai-para-51-em-sao-paulo-21042020>. Acesso em 18  ago. 2020.

[6] R7. Disponível em: <https://recordtv.r7.com/balanco-geral-rj/videos/secretario-de-saude-analisa-processo-de-achatamento-da-curva-da-covid-19-no-rio-30032020>. Acesso em 18 ago. 2020.

[7] REVISTA FAPESP. <https://revistapesquisa.fapesp.br/para-conter-o-avanco-explosivo/>. Acesso em 18 ago. 2020.

[8] R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/internacional/paises-europeus-veem-achatamento-de-casos-e-abertura-da-economia-06042020>. Acesso em 18 ago. 2020.

[9] R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/brasil/senado-deve-votar-adiamento-das-eleicoes-na-proxima-terca-feira-19062020>. Acesso em 18 ago. 2020.

[10] R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/saude/brasil-perdeu-tempo-precioso-e-precisa-agir-rapido-na-guerra-contra-coronavirus-diz-especialista-12032020>. Acesso em 18 ago. 2020.

[11] R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/saude/brasil-perdeu-tempo-precioso-e-precisa-agir-rapido-na-guerra-contra-coronavirus-diz-especialista-12032020>. Acesso em 27 ago. 2020.

[12] R7. Disponível em: <https://recordtv.r7.com/balanco-geral-rj/videos/secretario-de-saude-analisa-processo-de-achatamento-da-curva-da-covid-19-no-rio-30032020>. Acesso em 27 ago. 2020.

[13] REVISTA FAPESP. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.br/para-conter-o-avanco-explosivo/>. Acesso em 27 ago. 2020.

[14] R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/internacional/paises-europeus-veem-achatamento-de-casos-e-abertura-da-economia-06042020>.  Acesso em 27 ago. 2020.

[15] REVISTA FAPESP. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.br/a-importancia-de-testar-em-larga-escala/>. Acesso em 27 ago. 2020.

[16] REVISTA FAPESP. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.br/inteligencia-artificial-contra-a-covid-19/>. Acesso em 27 ago. 2020.

[17] R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/saude/isolamento-esta-diluindo-curva-de-casos-de-covid-19-em-sp-diz-uip-15042020>. Acesso em 27 ago. 2020.

[18] REVISTA FAPESP. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.br/luiz-eugenio-mello-e-possivel-melhorar-o-que-ja-e-bom-2/>. Acesso em 27 ago. 2020.

[19] INFORMASUS. Disponível em: <https://www.informasus.ufscar.br/especialistas-tiram-duvidas-sobre-o-controle-da-covid-19-e-os-planos-para-a-reabertura-do-pais/>. Acesso em 27 ago. 2020.

[20] INFORMASUS. Disponível em: <https://www.informasus.ufscar.br/boletim-epidemiologico-07-da-svs-ms-apresenta-mudanca-polemica-na-estrategia-de-afastamento-social-na-covid-19/>. Acesso em 18 ago. 2020.

R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/estudo-preve-que-pandemia-no-brasil-chegue-ao-fim-em-agosto-28042020>. Acesso em 18 ago. 2020.

[21] REVISTA FAPESP. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.br/para-conter-o-avanco-explosivo/>. Acesso em 18 ago. 2020.

[22] REVISTA FAPESP. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.br/para-conter-o-avanco-explosivo/>. Acesso em 18 ago. 2020.

[23] R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/saude/o-que-e-a-curva-de-contagio-e-por-que-comparar-paises-exige-cuidado-07042020>. Acesso em 21 ago. 2020.

[24] R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/saude/o-que-e-a-curva-de-contagio-e-por-que-comparar-paises-exige-cuidado-07042020>. Acesso em 21 ago. 2020.

[25] R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/estudo-preve-que-pandemia-no-brasil-chegue-ao-fim-em-agosto-28042020>. Acesso em 21 ago. 2020.

[26] “A estagnação dos casos do novo coronavírus ou até a queda das infecções em alguns países europeus têm influenciado alguns líderes políticos a afrouxar o isolamento social e pensar em reabrir setores do comércio para reaquecer a economia.” R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/internacional/paises-europeus-veem-achatamento-de-casos-e-abertura-da-economia-06042020>. Acesso em 30 ago. 2020.

[27] R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/saude/coronavirus-brasil-pode-se-tornar-lider-mundial-em-mortes-em-29-de-julho-indica-projecao-usada-pela-casa-branca-11062020>. Acesso em 23 ago. 2020.

[28] “Segundo o Ministério da Saúde, 739.503 pessoas foram diagnosticadas com o novo coronavírus e 38.406 morreram em decorrência da COVID-19. O Brasil registrou mais de 1,2 mil mortes diárias em 5 dos 10 primeiros dias de junho.” R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/saude/coronavirus-brasil-pode-se-tornar-lider-mundial-em-mortes-em-29-de-julho-indica-projecao-usada-pela-casa-branca-11062020>.  Acesso em 23 ago. 2020.

[29] Até fim de agosto de 2020, a curva continuava em ascensão, mas com queda em algumas regiões. Disponível em: https://www.informasus.ufscar.br/comentario-sobre-a-curva-epidemica-da-covid-19-a-data-de-25-08-2020/. Acesso em 12 out. 2020

[30]  “As medidas de flexibilização são controversas entre especialistas. Por um lado, a crise econômica enfrentada pelas unidades federativas leva a uma reabertura, por outro, há ainda, no país, um crescimento do número de casos e de mortes por COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus.” R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/brasil/saiba-como-cada-estado-esta-retomando-atividades-economicas-22062020>. Acesso em 30 ago. 2020.

[31] Disponível em: https://noticias.r7.com/sao-paulo/iniciamos-a-descida-do-plato-diz-doria-sobre-combate-a-pandemia-28082020. Acesso em 12 out. 2020

[32] Sobre o Estado de S. Paulo:”As regras são: média da taxa de ocupação de leitos de UTI exclusivas para pacientes com coronavírus, número de novas internações no mesmo período e o número de óbitos.” R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/brasil/saiba-como-cada-estado-esta-retomando-atividades-economicas-22062020>. Acesso em 30 ago. 2020.

[33] R7. Disponível em: <https://noticias.r7.com/saude/coronavirus-brasil-pode-se-tornar-lider-mundial-em-mortes-em-29-de-julho-indica-projecao-usada-pela-casa-branca-11062020>. Acesso em 23 ago. 2020.

 

Crédito da imagem: United Nations COVID Response em Unsplash

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