O necessário prolongamento do distanciamento social tem demandado que todos, dentro de seus contextos e singularidades, sigam persistentes nas recomendações da área da saúde. Além disso, outro fator protetivo é o acesso a informações seguras que de fato contribuam para amenizar os impactos potenciais que o coronavírus está gerando na sociedade.

Nessa perspectiva, gestantes, lactantes e cuidadores de bebês e crianças pequenas são chamadas a perseverar no próprio cuidado ao mesmo tempo em que devem se atentar para o cuidado do bebê (que já nasceu ou não) e/ou das crianças que vivem sob sua responsabilidade e proteção.

Vale reforçar, ainda, que o Ministério da Saúde incluiu gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) no grupo de risco para o novo coronavírus, ou seja, elas compõem o grupo de pessoas que têm mais chance de que a doença (COVID-19) complique e se torne mais grave. Isso se deve ao fato de que essas mulheres, por conta de toda alteração fisiológica que vivenciam, são mais vulneráveis a infecções, como as gripais por exemplo.

A UFSCar, a partir de diferentes frentes de trabalho, têm se dedicado a produzir conhecimento e informações pautadas no conhecimento científico que sejam acessíveis e, de fato, possam contribuir com mães, pais e cuidadores em geral de bebês e crianças nesses tempos de pandemia da COVID-19.

Assim, sugerem-se dois materiais: Gestação e Aleitamento em Épocas de COVID-19, produzido pelo grupo PET-Saúde Interprofissionalidade São Carlos – UFSCar, direcionado especialmente às mulheres gestantes e lactantes, e o outro, Maternidade em tempos do COVID-19, produzido por docentes do Departamento de Terapia Ocupacional da UFSCar e da Universidade Federal de Minas Gerais.

Versão em Libras:

 

Autoria: Profa. Dra. Maria Fernanda Barboza Cid (DTO UFSCar)

Créditos da imagem: Brian Wangenhein no Unplash

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